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[esgotado]

"Mamãe, e esse bolo?"

Dê cá que eu corto.

Aos 100 anos, Dona Joaninha percorre memórias que não são apenas suas. O encontro com Lampião na infância, o aparecimento de um lobisomem, o sequestro da neta. Aos poucos, entre o rural e o urbano, ela vai desembaraçando o novelo da vida com a ajuda de outras pessoas, que vão lhe emprestando voz, lembrança e imagem para os acontecimentos de uma vida inteira.

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Sobre
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Quem sou

Nasci na cidade de Tobias Barreto, interior do estado de Sergipe, mas foi em Poço Verde, cidade vizinha, onde cresci. Do semi-árido nordestino, fui pra universidade. Fiz Jornalismo (UFS), Letras (UFF) e Filosofia (UFRJ). Continuei os estudos com a realização de um mestrado e, depois, um doutorado, ambos em Estudos de Literatura, realizados na Universidade Federal Fluminense (UFF).

 

Em paralelo à minha vida acadêmica, trabalhei com projetos audiovisuais em diferentes frentes: roteiro, direção, produção, edição. Em 2014, realizei o documentário Poço Verde: a Terra das Algarobeiras, sobre a minha cidade natal. No ano seguinte, fiz o curta-metragem documental A vida que não cabe, que trata sobre a vida de mulheres trans em Aracaju.

Para mim, a luta por justiça social tem que ir além das palavras. Por isso, construí e participei de diferentes coletivos e movimentos sociais, como o (Des)montadxs, Coletivo da Juventude Poço-verdense, Coletivo dos Profissionais da Educação de Araruama (Coleduc) e o Pré-vestibular Popular de Araruama (Prepara). Esse último em atividade ainda.

Atualmente, tenho me dedicado à literatura, com a publicação de meu primeiro livro Um século e muitas joaninhas, e à realização de cursos de Português e Redação para concursos.

Meus livros

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Na imprensa

Opinião

Um século e muitas joaninhas, de Baruc Martins (meu colega de chão-de-escola), é o primeiro livro do autor sergipano de magros trinta e poucos anos. Difícil acreditar, dada a segurança com que vai nos colocando página atrás de página de uma escrita enxuta, elegante, calorosa, cheia de vida, nostalgia, passado, ensinamento e futuro. Difícil não sair de seu texto sem querer ter sido também neto desta Dona Joaninha do real e da ficção, difícil se contentar apenas com o prazer vicário do relato-criação do autor, quase todo em primeira pessoa; e mais difícil ainda evitar os sorrisos de contentamento-de-leitor que, a cada página, topa com pequenas pérolas criativas, seja na frase ou parágrafo magistral, seja no registro informal da personagem-narradora-biografada, responsável por conferir uma calidez toda especial ao livro, seja no léxico corajoso, instigante, sergipano, poço-verdense, universal.

LEONARDO NAHOUM,

Professor e escritor

Eventos

Sessão de autógrafos

Quando
10 de jan. de 2026, 18:00 – 20:30 BRT
Onde
Câmara Municipal de Poço Verde,
Av. Epifânio Dória, 18 - Centro, Poço Verde - SE, 49490-000
Contato
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